Monografia
UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
RACKEL MONTE CARQUEIJA DO NASCIMENTO
SÍNDROME DE PUSHER:INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM UMA SÍNDROME DE DIFÍCIL DIAGNÓSTICO FUNCIONAL FISIOTERAPÊUTICO
Capítulo I
FISIOPATOLOGIA DAS DOENÇAS QUE LEVAM A
SÍNDROME
A síndrome de pusher já havido sido observada em pacientes vítimas de acidente vascular encefálico, porém ela também tem sido observada em pacientes vítimas de traumatismo crânio encefálico e pacientes oncológicos com tumores metastásicos cerebrais (Pontelli et al, 2005).
Capítulo III
SISTEMA PIRAMIDAL
As lesões do sistema piramidal são traduzidas por déficits motores que interferem na execução dos movimentos, podendo ser evidenciado na paralisia facial de origem piramidal e não sobre os músculos ou determinados grupos musculares, como ocorre nas lesões do neurônio motor periférico. A síndrome do neurônio motor superior, ocorre com maior freqüência nos acidentes vasculares cerebrais (AVC), que acometem a cápsula interna ou a área motora do córtex (Almeida, 2006).
Capítulo IV
SISTEMA EXTRA-PIRAMIDAL
A organização dos movimentos automáticos e a manutenção do tônus muscular é feita pelo sistema extra piramidal que atua inibindo o mesmo, através de conexões com as áreas bulboreticulares. Atividades como nadar, andar de bicicleta são atribuições desse sistema(Guyton, 1998).
Capítulo V
SÍNDROME DE PUSHER
A síndrome de pusher significa o não alinhamento do corpo no espaço, aonde o paciente empurra fortemente para o seu lado hemiplégico em todas as direções, resistindo a qualquer tentativa de correção passiva da sua postura, isto é, resiste às correções que trariam o peso do seu corpo no sentido, ou na linha mediana do seu corpo para o lado não afetado (Davies, 1985).
Capítulo VI
TRATAMENTO
A conduta de tratamento de ser traçada de acordo com as dificuldades que o individuo apresenta.
Conclusão
No decorrer deste trabalho conceituamos o que é a síndrome de pusher, quais as suas formas de apresentação e a importância da intervenção fisioterapeutica no início de sua instalação.